A natureza tem perfeições que mostram que é a imagem de Deus, e defeitos que mostram que é apenas a imagem!!!
O segredo para não ter tédio, pelo menos para mim, é ter ideias!!
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Como os Homens Pensam!!
Já falei das mulheres nas postagens anteriores, agora eh a vbez dos homens... Como será q os homens pensam???
fonte: http://peixeaquaticotiras.blogspot.com/2011_01_01_archive.html
domingo, 30 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Caminhada Contra o Crack em Campina Grande
Nesse próximo Sábado a Força Jovem de todo o Brasil irá promover uma Caminhada em prol de concientizar os jovens e a população em geral dos males da droga. Aqui em Campina Grande a Caminhada acontecerá a partir das 14h com concentração para saída na Av. Brasília no contorno próximo ao Shopping Bolevard. Vista você também essa camisa!
Mais informações acesse: www.forcajovemcg.com
Qual foi o ataque de baleia mais marcante da história?
Foi uma investida feita por um cachalote enfurecido, no início do século 19, contra um navio baleeiro no meio do Pacífico. O cetáceo, de 26 metros, trombou violentamente duas vezes com a embarcação, apenas 1 metro maior do que o animal, até afundá-la de vez. Os marinheiros conseguiram escapar ao ataque, mas, após meses à deriva no mar, poucos sobreviveram - e isso após fazerem coisas inimagináveis para não morrer. Essa história acabou inspirando o escritor americano Herman Melville (1819-1891) a escrever um dos clássicos da literatura, Moby Dick. Se na edição anterior da ME você ficou sabendo como um baleeiro mata suas vítimas, veja agora como foi essa eletrizante vingança da caça!
Cetáceo vingador
Animal não deixou barato e afundou baleeiro que queria fisgá-lo
1. O baleeiro Essex deixou o porto de Nantucket, na costa de Massachusetts (EUA), em 1819, para uma expedição de caça no Pacífico Sul. Com 27 metros de comprimento e 238 toneladas, era liderado pelo capitão George Pollard Jr., de 28 anos, e levava a bordo outros 20 marujos
2. Em novembro de 1820, um ano após a partida, os marinheiros avistaram um grupo de baleias e já foram lançando seus arpões. Entre elas, estava um enorme cachalote de, estima-se, 26 metros e 80 toneladas. Com a cabeça cheia de cicatrizes, ele parecia não temer os caçadores
3. E não temia mesmo. Subitamente, o cetáceo vingador, que estava a 100 metros, sacudiu a cauda e nadou na direção do Essex, atingindo-o brutalmente na lateral. O barco balançou como se tivesse batido numa rocha, derrubando todos no chão
4. Após o primeiro choque, o cachalote enfurecido se distanciou uns 600 metros e mirou a embarcação de novo, espancando a água com a cauda. O animal então partiu como um míssil na direção do barco e deu o baque fatal. O Essex rachou e começou a afundar. A baleia desvencilhou-se das tábuas estraçalhadas e nadou para longe, sem nunca mais ser vista
5. Apavorados, os 21 homens embarcaram em três botes levando 65 galões de água e 100 quilos de biscoitos. Um mês depois, chegaram a uma ilha deserta, mas, pensando que não durariam muito ali, partiram em dois botes para tentar chegar à América do Sul. Três homens decidiram ficar
6. Os botes logo se perderam um do outro. No barco do capitão Pollard, os homens já padeciam de diarreia, desmaios e feridas por causa da dieta ruim. Sem água, eles passaram a beber o próprio xixi. Então, os mais fracos começaram a morrer. Os primeiros corpos foram jogados no mar, conforme a tradição naval
7. Porém, quando o rango acabou de vez, os náufragos se desesperaram. Para não morrer de fome, decidiram praticar canibalismo, se alimentando dos próprios companheiros mortos. Primeiro, cortavam a cabeça e, em seguida, devoravam o coração e o fígado
8. Algumas semanas se passaram e, como não houve mais baixas, os desesperados resolveram tomar uma decisão ainda mais extrema: tirar na sorte quem seria sacrificado para alimentar o grupo. O carrasco executor também foi sorteado
9. Finalmente, 95 dias após o ataque do cachalote, o bote do capitão Pollard foi resgatado por um barco. A essa altura, de tão desorientados, ele e o outro sobrevivente nem notaram a aproximação da embarcação salvadora - estavam roendo os ossos de um colega morto
• Dos 21 marujos, só oito sobreviveram: dois do bote do capitão, três do outro bote e três salvos da ilha. Dos 13 mortos, sete foram devorados pelos companheiros
• A força do impacto da baleia foi tão grande que equivaleria ao baque de um carro de 1 tonelada a 100 km/h!
Cetáceo vingador
Animal não deixou barato e afundou baleeiro que queria fisgá-lo
1. O baleeiro Essex deixou o porto de Nantucket, na costa de Massachusetts (EUA), em 1819, para uma expedição de caça no Pacífico Sul. Com 27 metros de comprimento e 238 toneladas, era liderado pelo capitão George Pollard Jr., de 28 anos, e levava a bordo outros 20 marujos
2. Em novembro de 1820, um ano após a partida, os marinheiros avistaram um grupo de baleias e já foram lançando seus arpões. Entre elas, estava um enorme cachalote de, estima-se, 26 metros e 80 toneladas. Com a cabeça cheia de cicatrizes, ele parecia não temer os caçadores
3. E não temia mesmo. Subitamente, o cetáceo vingador, que estava a 100 metros, sacudiu a cauda e nadou na direção do Essex, atingindo-o brutalmente na lateral. O barco balançou como se tivesse batido numa rocha, derrubando todos no chão
4. Após o primeiro choque, o cachalote enfurecido se distanciou uns 600 metros e mirou a embarcação de novo, espancando a água com a cauda. O animal então partiu como um míssil na direção do barco e deu o baque fatal. O Essex rachou e começou a afundar. A baleia desvencilhou-se das tábuas estraçalhadas e nadou para longe, sem nunca mais ser vista
5. Apavorados, os 21 homens embarcaram em três botes levando 65 galões de água e 100 quilos de biscoitos. Um mês depois, chegaram a uma ilha deserta, mas, pensando que não durariam muito ali, partiram em dois botes para tentar chegar à América do Sul. Três homens decidiram ficar
6. Os botes logo se perderam um do outro. No barco do capitão Pollard, os homens já padeciam de diarreia, desmaios e feridas por causa da dieta ruim. Sem água, eles passaram a beber o próprio xixi. Então, os mais fracos começaram a morrer. Os primeiros corpos foram jogados no mar, conforme a tradição naval
7. Porém, quando o rango acabou de vez, os náufragos se desesperaram. Para não morrer de fome, decidiram praticar canibalismo, se alimentando dos próprios companheiros mortos. Primeiro, cortavam a cabeça e, em seguida, devoravam o coração e o fígado
8. Algumas semanas se passaram e, como não houve mais baixas, os desesperados resolveram tomar uma decisão ainda mais extrema: tirar na sorte quem seria sacrificado para alimentar o grupo. O carrasco executor também foi sorteado
9. Finalmente, 95 dias após o ataque do cachalote, o bote do capitão Pollard foi resgatado por um barco. A essa altura, de tão desorientados, ele e o outro sobrevivente nem notaram a aproximação da embarcação salvadora - estavam roendo os ossos de um colega morto
• Dos 21 marujos, só oito sobreviveram: dois do bote do capitão, três do outro bote e três salvos da ilha. Dos 13 mortos, sete foram devorados pelos companheiros
• A força do impacto da baleia foi tão grande que equivaleria ao baque de um carro de 1 tonelada a 100 km/h!
Os animais também fazem sexo oral?
fonte:http://mundoestranho.abril.com.br/mundoanimal/animais-tambem-fazem-sexo-oral-532837.shtml
O tamanho do espermatozoide varia entre os animais?
Tamanho não é documento
Compare o tamanho dos espermatozoides dos animais ampliados cem vezes
MOSCA-DAS-FRUTAS
TAMANHO - 5,8 cm
ESPÉCIE - Drosophila melanogaster
As fêmeas acasalam com vários machos e os espermatozoides travam uma dura batalha para fertilizar o óvulo. A gigantesca cauda serve para impedir que outros concorrentes atinjam o óvulo primeiro
RATO
TAMANHO - 170 µm*
ESPÉCIE - Rattus norvegicus
São 58 milhões de "sementinhas" por ejaculada - haja concorrência! Para os cientistas, este gancho na cabeça serviria para cravar nos "rivais", levando vantagem na corrida rumo ao óvulo
HOMEM
TAMANHO - 60 µm
ESPÉCIE - Homo sapiens
O espermatozoide humano é um dos menores entre os mamíferos - mas supera o do elefante. Cada ejaculação lança uns 180 milhões deles. Ao "invadir" a mulher, sobrevivem por até 48 horas
JUBARTE
TAMANHO - 52,5 µm
ESPÉCIE - Megaptera novaeangliae
Os machos medem até 16 m e pesam cerca de 40 t. Pelo visto, porém, não precisam de gametas tão grandes para fecundar as fêmeas. Os filhotes, por outro lado, nascem com 4 m e 700 kg, em média
JARARACA
TAMANHO - 90 µm
ESPÉCIE - Bothrops diporus
A cauda, ou flagelo, é alongada nos espermatozoides da tóxica jararaca-pintada, uma das cobras mais venenosas do Brasil. Este rabo comprido dá uma turbinada na mobilidade e na velocidade
GALO
TAMANHO - 100 µm
ESPÉCIE - Gallus gallus
Os gametas do galo têm um cabeção estiloso, pontudo e afilado. A cada ejaculação, a ave lança para dentro da galinha apenas 0,5 ml de sêmen, porém com 3,5 bilhões de células reprodutoras
ELEFANTE
TAMANHO - 58,5 µm
ESPÉCIE - Elephas maximus
Se tamanho fosse documento - o animal tem cerca de 3 m de altura e pesa até 5 t -, o espermatozoide do elefante asiático teria que ser muito maior. Cada mililitro de sêmen da espécie contém 1,2 bilhão de espermatozoides minúsculos
CARNEIRO
TAMANHO - 70 µm
ESPÉCIE - Ovis aries
A cada ejaculada, 1 bilhão de gametas como este travam uma corrida desenfreada pelo útero da ovelha. Em seis minutos, chegam ao objetivo e permanecem vivos por até dois dias, lutando para fecundar o óvulo primeiro
RAIA
TAMANHO - 250 µm
ESPÉCIE - Raja eglanteria
A espécie tem um espermatozoide quase cinco vezes maior que o similar humano. A longa cauda, equivalente a dois terços do seu comprimento, permite que ele se desloque velozmente em direção ao óvulo
RÃ VENENOSA
TAMANHO - 50 µm
ESPÉCIE - Allobates femoralis
Os espermatozoides deste anfíbio amazônico têm cauda dupla, mas isso não ajuda em nada, já que eles são depositados sobre os ovos e não precisam nadar para fecundá-los
ABELHA
TAMANHO - 270 µm
ESPÉCIE - Apis mellifera
Mal dá para saber onde está a cabeça e a cauda dos espermatozoides dos zangões, já que as extremidades são quase iguais. A longevidade deles dentro das abelhas é alta, gerando "bebês" anos depois da cópula
SALAMANDRA
TAMANHO - 290 µm
ESPÉCIE - Taricha granulosa
A ejaculação da salamandra rola em etapas. Para finalizar a cópula, os machos depositam nas parceiras um espermatóforo - estrutura que parece uma cápsula, contendo milhares de espermatozoides prontos para a "guerra".
* 1 µm = 1 mícron = 1 metro dividido por 1 milhão
fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/mundoanimal/tamanho-espermatozoide-varia-animais-586936.shtml
Os animais também cometem suicídio?
Pelo que se saiba não, pois até hoje nenhum etólogo (estudioso do comportamento animal) achou uma evidência de que os animais busquem intencionalmente pôr fim a seus dias. Segundo os especialistas, a própria evolução seleciona os seres que tenham mecanismos de sobrevivência, e não o contrário, de interrupção da vida. "O suicídio é uma prerrogativa humana, e não dá para ampliar para os demais animais", diz o etólogo Gelson Genaro, do Centro Universitário Barão de Mauá, em Ribeirão Preto (SP). Casos famosos de "suicídio" entre os bichos, como os escorpiões que se matariam quando acuados num círculo de fogo, não passam de lendas. Mesmo situações em que o animal se deixa devorar pelos filhotes, para que eles não morram de fome, não são consideradas morte voluntária. "Oferecer o próprio corpo como alimento para a prole é um jeito de garantir a sobrevivência, não é suicídio", afirma o etólogo César Ades, da Universidade de São Paulo (USP). Veja a seguir alguns comportamentos extremos dos bichos, que são facilmente confundidos com suicídio.
Parece, mas não é:
Alguns animais dão a impressão de tirar a própria vida, mas a explicação do "crime" é outra
EMPURRA-EMPURA FATAL
Vítima - Os lemingues são pequenos roedores herbívoros, com até 15 cm de comprimento, que vivem na Escandinávia e em áreas próximas ao Polo Norte, reproduzindo-se com facilidade
"Lenda mortis" - Quando a população aumenta muito, eles se suicidariam pulando de penhascos, num mecanismo de autorregulação
Laudo final - O que ocorre é que, nesses picos populacionais, ao se deslocarem desordenadamente em bandos, muitos indivíduos caem do precipício onde vivem, empurrados pelos que vêm atrás
PICADINHO FRITO
Vítima - Escorpiões
"Lenda mortis" - Os escorpiões se matariam quando aprisionados em um círculo de fogo, lançando seu ferrão contra o próprio corpo
Laudo final - O fato é que, numa situação como essa, o bicho fica agitado por causa do calor e perde o controle da cauda, que pode se voltar sobre o próprio corpo. Mas o que mata mesmo o animal é a desidratação provocada pela alta temperatura
SEXO NADA SEGURO
Vítima - Louva-a-deus
"Lenda mortis" - Os louva-a-deus machos seriam românticos inveterados, que fariam de tudo para garantir uma noitada de amor com a parceira, inclusive dar o próprio corpo para ser devorado por ela após o ato sexual
Laudo final - A morte não tem nada de romântica, muito menos de intencional. Bem menor do que a fêmea, o macho se aproxima cuidadosamente por trás na hora da cópula. Mas, quando a transa termina, ele tem que escapulir rapidamente, senão a fêmea devora seu corpo - ela faz isso para ficar bem alimentada, garantindo o desenvolvimento das crias que serão gestadas
TRAGÉDIA TEATRAL
Vítima - Algumas espécies de aves
"Lenda mortis" - Diante do ataque de um predador, algumas aves se arrastam no chão, simulando uma asa quebrada, como se fossem uma presa mais fácil. Durante a encenação, os filhotes têm tempo de escapar. Acontece que, muitas vezes, o predador acaba abocanhando o pássaro fingidor, o que revelaria um comportamento suicida
Laudo final - Para os especialistas, contudo, não se trata de suicídio, mas, assim como no caso das aranhas europeias, de um comportamento extremo visando a perpetuação da espécie
SALTO MORTAL
Vítima - Bisões
"Lenda mortis" - Um dos episódios mais marcantes de morte em massa de animais aconteceu nos EUA, por volta de 1870. Durante uma nevasca, cerca de 100 mil bisões despencaram para a morte de um penhasco de 1 000 m de altura. Para muitos, foi suicídio coletivo
Laudo final - Até hoje os cientistas não conseguem explicar as causas do fenômeno, mas nenhum deles endossa a teoria suicida. O que se sabe é que, naquela época, havia uma política estatal de extermínio desses animais, pois, com isso, o governo americano enfraqueceria as comunidades indígenas que tinham nos bisões sua principal fonte de alimento
DESORIENTAÇÃO ESPACIAL
Vítima - Baleias
"Lenda mortis" - Vira e mexe, os jornais noticiam que dezenas de cetáceos encalharam em alguma praia do planeta, num movimento aparentemente intencional que revelaria um suicídio em massa
Laudo final - De acordo com os estudiosos, fatores como doenças, poluição do mar, ruído de atividades navais ou pesquisas para exploração de petróleo podem gerar uma confusão espacial nas baleias e interferir em sua comunicação, causando esses trágicos incidentes
AMOR DE MÃE
Vítima - A aranha europeia (Stegodyphus lineatus), que é encontrada na costa mediterrânea da Europa e alimenta os filhotes regurgitando comida para eles
"Lenda mortis" - Caso a comida fique escassa, a mãe, num ato extremo, se mataria oferecendo o próprio corpo para ser devorado pelas crias
Laudo final - Segundo os cientistas, dar o próprio corpo como alimento - fenômeno conhecido como matrifagia - não é suicídio, mas um meio de garantir a perpetuação da espécie
Existe animal que morre de tanto transar?
fonte:http://mundoestranho.abril.com.br/mundoanimal/existe-animal-morre-tanto-transar-601983.shtml
Para que servem animais como barata, mosquito e formiga?
Mesmo os animais que parecem insignificantes ou repugnantes para algumas pessoas têm sua importância, pois fazem parte de uma complexa cadeia alimentar. Mas também não seria o fim do mundo se algum dos bichos citados acima sumisse do planeta. Não haveria um desequilíbrio ambiental desastroso. "Existem tantos insetos na Terra que, se uma espécie for extinta, ela será substituída por outra para desempenhar o mesmo papel", afirma o biólogo Odair Bueno, do Centro de Estudos de Insetos Sociais da Universidade Estadual Paulista (Unesp). E um desses papéis, claro, é o de atazanar um pouco a nossa vida. Bichos como baratas, mosquitos e formigas desenvolveram um convívio tão íntimo com o homem que se transformaram em verdadeiras pragas urbanas. "Eles desempenham uma ferrenha competição com os humanos ao utilizar os mesmos alimentos e até nossos detritos", afirma o biólogo.
BARATA
O problema depende das baratas a ser eliminadas. As urbanas não fariam mesmo muita falta. Mas a gente nem imagina que as baratas que vivem na natureza têm uma função importante: elas se alimentam de restos de animais, excrementos de aves e material vegetal em decomposição. E essas atividades são essenciais para manter a floresta viva
MOSQUITO
"Nas cidades, a eliminação dos mosquitos não teria maiores conseqüências", diz o entomologista Delsio Natal, da Faculdade de Saúde Pública da USP. Porém, se os mosquitos silvestres sumissem, a cadeia alimentar de certos peixes que comem suas larvas seria impactada. Ou seja, poderia haver menos peixe de água doce pra comermos
LAGARTIXA
O desaparecimento delas talvez causasse uma superpopulação de mosquitos, moscas e outros insetos que infernizam nossa vida, mas que fazem parte do cardápio das lagartixas. "Mas seriam alterações ambientais localizadas e passageiras", afirma o biólogo Hussam Zaher, do Museu de Zoologia da USP
FORMIGA
Elas atuam como jardineiras da natureza: escavam o solo, ajudam a ventilá-lo e espalham sementes. Além disso, comem animais vivos e mortos. "As formigas estão entre os principais predadores de outros insetos. Se fossem extintas, com certeza aumentaria a população deles, com reflexos negativos para o homem", diz Odair Bueno
fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/mundoanimal/pergunta_287742.shtml
Salvem os Insetos!
Fim de espécies impopulares traria mais problemas na natureza
BARATA
O problema depende das baratas a ser eliminadas. As urbanas não fariam mesmo muita falta. Mas a gente nem imagina que as baratas que vivem na natureza têm uma função importante: elas se alimentam de restos de animais, excrementos de aves e material vegetal em decomposição. E essas atividades são essenciais para manter a floresta viva
MOSQUITO
"Nas cidades, a eliminação dos mosquitos não teria maiores conseqüências", diz o entomologista Delsio Natal, da Faculdade de Saúde Pública da USP. Porém, se os mosquitos silvestres sumissem, a cadeia alimentar de certos peixes que comem suas larvas seria impactada. Ou seja, poderia haver menos peixe de água doce pra comermos
LAGARTIXA
O desaparecimento delas talvez causasse uma superpopulação de mosquitos, moscas e outros insetos que infernizam nossa vida, mas que fazem parte do cardápio das lagartixas. "Mas seriam alterações ambientais localizadas e passageiras", afirma o biólogo Hussam Zaher, do Museu de Zoologia da USP
FORMIGA
Elas atuam como jardineiras da natureza: escavam o solo, ajudam a ventilá-lo e espalham sementes. Além disso, comem animais vivos e mortos. "As formigas estão entre os principais predadores de outros insetos. Se fossem extintas, com certeza aumentaria a população deles, com reflexos negativos para o homem", diz Odair Bueno
fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/mundoanimal/pergunta_287742.shtml
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Tipos de corno!!
1. Abelha: O que vai para rua fazer cera e volta cheio de mél.
2. Ateu: Aquele que leva chifre e não acredita.
3. Atleta : É aquele que quando leva chifre sai correndo.
4. Atrevido: Aquele que se mete na conversa da mulher com o Ricardão.
5. Azulejo: Baixinho, quadrado e liso.
6. Banana: A mulher vai embora e deixa uma penca de filhos.
7. Brahma: O que pensa que é o número 1.
8. Bravo: Aquele que quando chamado de corno quer brigar.
9. Brincalhão: Aquele que leva chifre o ano inteiro e no carnaval sai fantasiado de Ricardão.
10. Bateria: O que vive dizendo,"Vou tomar uma solução".
11. Burro - é aquele que segue a mulher o tempo todo e quando flagra a mulher saindo do motel com o Ricardão, exclama: "Eu não entendo!!!
12. Camarada: Aquele que ainda empresta dinheiro para o Ricardão.
13. Caninha: Aquele que só chega em casa bêbado.
14. Cebola: Quando vê a mulher com outro só chora.
15. Cheguei: Aquele que quando chega em casa grita bem alto: "Querida, cheguei!"
16. Churrasco: Aquele que mete a mão no fogo pela mulher.
17. Cigano: Aquele que toda vez que leva chifre, muda de bairro e diz para
os vizinhos que veio de São Paulo.
18. Crente: Aquele que sempre crê que sua mulher é honesta.
19. Cururu: Quando vê a mulher com outro fica todo inchado.
20. Denorex: Aquele que não parece, mas é.
21. Descarado: Aquele que leva chifre e ainda sai desfilando com a mulher.
22. Desconfiado: Aquele que quando chega em casa procura o Ricardão até atrás os quadros.
23. Detetive: Aquele que segue a mulher dos cornos e esquece da dele
25. Educado: Aquele que aprendeu com o pai e nunca deixa de cumprimentar o Ricardão.
26. Elétrico: Quando os outros falam que ele é corno ele diz: "Tô ligado".
27. Familiar: Aquele que leva chifre de parente.
28. Famoso: Aquele que por onde passa é reconhecido como tal.
29. Fofoqueiro: Aquele que leva chifre e sai contando para todo mundo.
30. Fraterno: O que empresta a mulher para o irmão.
31. Frio: O que leva chifre e não esquenta.
32. Galo: O que tem chifres até nos pés.
33. Granja: O que dá casa e os outros comem.
34. Inflação: A cada dia que passa o chifre aumenta.
35. Iô-Iô: O que vai e volta.
36. Manso: Aquele que evita qualquer confusão com o Ricardão.
37. Masoquista: Aquele que leva chifre e não larga a mulher.
38. Matemático: O que vê a mulher fazendo 69 com outro e vai para o bar tomar uma 51.
39. Medroso: O que fica escondido esperando o ricardão ir embora.
40. Morcego: O que só aparece à noite para chupar.
41. Papai Noel: Aquele que leva chifres, vai embora e volta por causa das crianças.
42. Político: O que só faz promessa,"Eu vou matar esse cara".
43. Porco: Aquele que só come o resto.
44. Preguiça: O que só chega atrasado,"Eu ainda te pego".
45. Recado: Aquele que ainda leva bilhete da mulher para o Ricardão.
46. Teimoso: O que leva chifre da mulher e da amante.
47. Terremoto: Quando vê a mulher com outro fica tremendo.
48. Vingativo: Aquele que descobre que é corno e vai para a rua dar para qualquer um.
49. Xuxa: O que não larga a mulher por causa dos baixinhos.
50. Risadinha: O que leu tudo e está rindo de todos outros cornos acima.
2. Ateu: Aquele que leva chifre e não acredita.
3. Atleta : É aquele que quando leva chifre sai correndo.
4. Atrevido: Aquele que se mete na conversa da mulher com o Ricardão.
5. Azulejo: Baixinho, quadrado e liso.
6. Banana: A mulher vai embora e deixa uma penca de filhos.
7. Brahma: O que pensa que é o número 1.
8. Bravo: Aquele que quando chamado de corno quer brigar.
9. Brincalhão: Aquele que leva chifre o ano inteiro e no carnaval sai fantasiado de Ricardão.
10. Bateria: O que vive dizendo,"Vou tomar uma solução".
11. Burro - é aquele que segue a mulher o tempo todo e quando flagra a mulher saindo do motel com o Ricardão, exclama: "Eu não entendo!!!
12. Camarada: Aquele que ainda empresta dinheiro para o Ricardão.
13. Caninha: Aquele que só chega em casa bêbado.
14. Cebola: Quando vê a mulher com outro só chora.
15. Cheguei: Aquele que quando chega em casa grita bem alto: "Querida, cheguei!"
16. Churrasco: Aquele que mete a mão no fogo pela mulher.
17. Cigano: Aquele que toda vez que leva chifre, muda de bairro e diz para
os vizinhos que veio de São Paulo.
18. Crente: Aquele que sempre crê que sua mulher é honesta.
19. Cururu: Quando vê a mulher com outro fica todo inchado.
20. Denorex: Aquele que não parece, mas é.
21. Descarado: Aquele que leva chifre e ainda sai desfilando com a mulher.
22. Desconfiado: Aquele que quando chega em casa procura o Ricardão até atrás os quadros.
23. Detetive: Aquele que segue a mulher dos cornos e esquece da dele
25. Educado: Aquele que aprendeu com o pai e nunca deixa de cumprimentar o Ricardão.
26. Elétrico: Quando os outros falam que ele é corno ele diz: "Tô ligado".
27. Familiar: Aquele que leva chifre de parente.
28. Famoso: Aquele que por onde passa é reconhecido como tal.
29. Fofoqueiro: Aquele que leva chifre e sai contando para todo mundo.
30. Fraterno: O que empresta a mulher para o irmão.
31. Frio: O que leva chifre e não esquenta.
32. Galo: O que tem chifres até nos pés.
33. Granja: O que dá casa e os outros comem.
34. Inflação: A cada dia que passa o chifre aumenta.
35. Iô-Iô: O que vai e volta.
36. Manso: Aquele que evita qualquer confusão com o Ricardão.
37. Masoquista: Aquele que leva chifre e não larga a mulher.
38. Matemático: O que vê a mulher fazendo 69 com outro e vai para o bar tomar uma 51.
39. Medroso: O que fica escondido esperando o ricardão ir embora.
40. Morcego: O que só aparece à noite para chupar.
41. Papai Noel: Aquele que leva chifres, vai embora e volta por causa das crianças.
42. Político: O que só faz promessa,"Eu vou matar esse cara".
43. Porco: Aquele que só come o resto.
44. Preguiça: O que só chega atrasado,"Eu ainda te pego".
45. Recado: Aquele que ainda leva bilhete da mulher para o Ricardão.
46. Teimoso: O que leva chifre da mulher e da amante.
47. Terremoto: Quando vê a mulher com outro fica tremendo.
48. Vingativo: Aquele que descobre que é corno e vai para a rua dar para qualquer um.
49. Xuxa: O que não larga a mulher por causa dos baixinhos.
50. Risadinha: O que leu tudo e está rindo de todos outros cornos acima.
Como a Música é Percebida no Cérebro Humano
Provavelmente o desenvolvimento mais importante na investigação científica sobre a música foi a descoberta de que a música é percebida através da parte do cérebro que recebe os estímulos das emoções, sensações e sentimentos, sem antes ser submetida aos centros cerebrais envolvidos com a razão e a inteligência. Schullian e Schoen explicam este fenômeno: "Música, que não depende das funções superiores do cérebro para franquear entrada ao organismo, ainda pode excitar por meio do tálamo – o posto de intercomunicação de todas as emoções, sensações e sentimentos. Uma vez que um estímulo foi capaz de alcançar o tálamo, o cérebro superior é automaticamente invadido, e, se o estímulo é mantido por algum tempo, um contato íntimo entre o cérebro superior e o mundo da realidade pode ser desta forma estabelecido." 1
Tempo e espaço não permitem uma abordagem completa da percepção musical. É suficiente dizer que estudos nos últimos cinqüenta anos tem trazido à luz algumas descobertas bastante significativas, que podem ser resumidas como se segue:
(1) A música é percebida e desfrutada sem necessariamente ser interpretada pelos centros superiores do cérebro que envolvem a razão e o julgamento.
(2) A resposta à música é mensurável, mesmo quando o ouvinte não está dando uma atenção consciente a ela.
(3) Há evidencias de que a música pode levar a mudanças de estados de espírito pela alteração da química corporal e do equilíbrio dos eletrólitos.
(4) Rebaixando o nível de percepção sensorial, a música amplifica as respostas às cores, toque e outras percepções sensoriais.
(5) tem sido demonstrado que os efeitos da música alteram a energia muscular e promovem ou inibem o movimento corporal.
(6) Música rítmica altamente repetitiva tem um efeito hipnótico.
(7) O sentido da audição tem um efeito maior sobre o sistema nervoso autônomo do que qualquer outro sentido.
Tempo e espaço não permitem uma abordagem completa da percepção musical. É suficiente dizer que estudos nos últimos cinqüenta anos tem trazido à luz algumas descobertas bastante significativas, que podem ser resumidas como se segue:
(1) A música é percebida e desfrutada sem necessariamente ser interpretada pelos centros superiores do cérebro que envolvem a razão e o julgamento.
(2) A resposta à música é mensurável, mesmo quando o ouvinte não está dando uma atenção consciente a ela.
(3) Há evidencias de que a música pode levar a mudanças de estados de espírito pela alteração da química corporal e do equilíbrio dos eletrólitos.
(4) Rebaixando o nível de percepção sensorial, a música amplifica as respostas às cores, toque e outras percepções sensoriais.
(5) tem sido demonstrado que os efeitos da música alteram a energia muscular e promovem ou inibem o movimento corporal.
(6) Música rítmica altamente repetitiva tem um efeito hipnótico.
(7) O sentido da audição tem um efeito maior sobre o sistema nervoso autônomo do que qualquer outro sentido.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
A Origem do Hashi (os famosos "palitinho" Japoneses)
Os hashis começaram a ser usados no ano de 2.500 anos antes de Cristo. Conta-se que os primeiros foram utilizados como suporte para grelhar carnes sobre a brasa. Para não queimar as mãos e servir a carne, eram usadas as tiras de bambu. Lenda ou fato, o hábito sobrevive até os dias de hoje e se mostra uma das formas mais interessantes de manipulação dos alimentos.
Os hashis são mais higiênicos do que os garfos e colheres e podem ser produzidos com diversos materiais, desde bambu até prata e marfim. Parece que toda a cultura culinária oriental foi de certa forma desenvolvida para ser consumida por estes palitinhos.
Os alimentos são cortados em tamanhos que podem ser facilmente segurados, dispensando o uso da faca e do garfo.
Existem algumas regras de etiqueta para segurar os hashi. Uma delas é não ficar balançando os palitos no ar. Também não é de bom tom passar os alimentos de hashi para hashi de outra pessoa. Os palitinhos são delicados e como tal não devem jamais perfurar os alimentos.
Dizem os japoneses que os hashis não fazem parte da tradição de comer sushis e sashimis. Isso é um hábito ocidental. O correto é consumir utilizando-se das mãos.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Galinha anunciava fim do mundo no início do século XX
Em 1906, a inglesa Mary Bateman atraiu multidões, profetizando o fim do mundo. Possuía uma galinha que punha ovos com a inscrição: "Cristo vem aí". Mary anunciou que o mundo acabaria quando a galinha pusesse o 14º ovo. Por encargo divino, vendia a salvação das almas a preços módicos. A vigarista faturou bons trocados até ser presa quando a surpreenderam enfiando na galinha os ovos com a inscrição sagrada.Cavalo foi condenado por crime de homicídio na França
Em 1639 o Tribunal de Dijon, na França, condenou um cavalo a morrer na fogueira por crime de homicídio. No julgamento, as testemunhas disseram que o cavalo, além de estar possuído pelo demónio, tinha premeditado o crime de jogar o cavaleiro no chão, para lhe quebrar o pescoço.
Um acontecimento verdadeiramente absurdo.
Um acontecimento verdadeiramente absurdo.
Existem tempestades de rãs e sapos?
Apesar de ser um fenômeno muito raro a "chuva" de rãs, sapos e outros pequenos animais como peixes e lagartixas já foi registrada em vários lugares do mundo. Mas não comece a pensar em pragas bíblicas porque a queda do céu destes bichinhos desafortunados pode ser facilmente explicada cientificamente.
A causa na verdade é bem singela. As fortes correntes ascendentes de ar que encontramos nos tornados ou nas tempestades de alta intensidade podem absorver ou empurrar para cima qualquer objeto ou animal que não tenha sido suficientemente precavido para procurar um refúgio. Por isto ninguém ouve falar em chuva de toupeiras ou coelhos, que procuram abrigo rapidamente em caso de tempestade.
Uma vez empurrados para o núcleo da tempestade ou tornado, as correntes ascendentes os mantêm dentro das nuvens, sendo fustigados por fortes correntes de ar até que a tempestade perca intensidade. Aí então, tudo o que tinha sido absorvido pela tempestade cede ante a lei da gravidade e cai, criando uma verdadeira "chuva".
Quando estudamos as correntes de ar que se encontram dentro das tempestades vemos que não é tão estranho que isto aconteça, já que os ventos ascendentes podem chegar a 200 km/h, capazes de lançar para o alto qualquer objeto que tenha sido absorvido. Este fenômeno já matou vários praticantes de asa-delta que, por um excesso de confiança, voaram perto demais de um tornado e acabaram sendo empurrados até seu "cume", a mais de 11 mil metros de altura.
A esta altura as temperaturas são tão baixas que qualquer ser vivo morre congelado. Alguns pilotos chegaram mesmo a tentar desprender-se da asa-delta para lançar-se em queda livre, mas os ventos eram tão intensos que eles foram empurrados para cima da mesma forma.
A causa na verdade é bem singela. As fortes correntes ascendentes de ar que encontramos nos tornados ou nas tempestades de alta intensidade podem absorver ou empurrar para cima qualquer objeto ou animal que não tenha sido suficientemente precavido para procurar um refúgio. Por isto ninguém ouve falar em chuva de toupeiras ou coelhos, que procuram abrigo rapidamente em caso de tempestade.
Uma vez empurrados para o núcleo da tempestade ou tornado, as correntes ascendentes os mantêm dentro das nuvens, sendo fustigados por fortes correntes de ar até que a tempestade perca intensidade. Aí então, tudo o que tinha sido absorvido pela tempestade cede ante a lei da gravidade e cai, criando uma verdadeira "chuva".
Quando estudamos as correntes de ar que se encontram dentro das tempestades vemos que não é tão estranho que isto aconteça, já que os ventos ascendentes podem chegar a 200 km/h, capazes de lançar para o alto qualquer objeto que tenha sido absorvido. Este fenômeno já matou vários praticantes de asa-delta que, por um excesso de confiança, voaram perto demais de um tornado e acabaram sendo empurrados até seu "cume", a mais de 11 mil metros de altura.
A esta altura as temperaturas são tão baixas que qualquer ser vivo morre congelado. Alguns pilotos chegaram mesmo a tentar desprender-se da asa-delta para lançar-se em queda livre, mas os ventos eram tão intensos que eles foram empurrados para cima da mesma forma.
O que causou o gigantismo na Pré-história?
Como se explica a diferença de tamanho dos animais atuais em comparação com os grandes dinossauros da Pré-história?
Se algo surpreende um ocasional visitante de um museu de paleontologia, é sem dúvida o tamanho que possuíam alguns dos animais mais famosos da história: os dinossauros. Seus ossos, fósseis ou reproduções, organizados para refletir fielmente o aspecto de seu esqueleto, mostram as dimensões destas gigantescas criaturas que evoluíram durante milhões de anos, para depois se extinguirem misteriosamente. Os mamíferos, por outro lado, quase sempre mantiveram um tamanho discreto.
As razões para esta diferença ainda estão sendo estudadas, mas uma das teorias sobre o assunto baseia-se principalmente na diferente constituição de seus corpos.
Mamíferos
Os mamíferos, que são animais endotérmicos, não respondem bem ao clima quente e tropical, já que têm dificuldades na hora de liberar o calor que produzem. Este calor é maior, quanto maior eles forem, por isto eles precisam ter um corpo reduzido para manter sob controle esta importante função biológica.
Nos trópicos, os poucos mamíferos que podem ser classificados como realmente grandes preferem sair à noite. Os elefantes, por sua parte, usam suas grandes orelhas para liberar mais calor ao exterior. No mar existem alguns animais gigantes, como a baleia, mas se tratam de exceções fomentadas pela alta oferta de alimentos. Além disto, a água lhes permite dissipar bem as cargas térmicas geradas por seus corpos, assim como sustentar sua enorme massa. Mesmo baleias e elefantes, alguns dos maiores mamíferos, só apareceriam no final da era Cenozóica, quando o clima se esfriou.
Dinossauros
Os dinossauros, em contrapartida, viveram em uma época na qual os ambientes quentes eram habituais. Sem necessidade de ter um metabolismo muito ativo, seu corpo não teve dificuldades em seguir a tendência natural do gigantismo (seres vivos cada vez maiores e complexos).
No início da era Mesozóica, um aumento na quantidade do dióxido de carbono na atmosfera provocou o aquecimento global, criando um ambiente perfeito para os animais exotérmicos. Além disto, a abundância de CO2 fomentou um maior crescimento das plantas, que também aumentaram seu tamanho. A disponibilidade de uma maior quantidade de alimentos e o aumento das temperaturas ajudou os dinossauros a ficarem gigantes.
Apesar de todas estas informações ainda não está claro se os dinossauros eram endotérmicos, como os mamíferos, ou exotérmicos. O que se sabe é que a rápida evolução dos primeiros arcossauros até os grandes répteis atuou como uma força seletiva poderosa na qual foram favorecidos os corações adaptados para responder bem às demandas exigidas pelo gigantismo. Era necessário enviar às células quantidades suficientes de nutrientes e oxigênio. A solução do coração dotado de quatro câmaras seria ideal para a posterior aparição das aves, mas nos dinossauros não fez senão continuar favorecendo o gigantismo.
Como se explica a diferença de tamanho dos animais atuais em comparação com os grandes dinossauros da Pré-história? Se algo surpreende um ocasional visitante de um museu de paleontologia, é sem dúvida o tamanho que possuíam alguns dos animais mais famosos da história: os dinossauros. Seus ossos, fósseis ou reproduções, organizados para refletir fielmente o aspecto de seu esqueleto, mostram as dimensões destas gigantescas criaturas que evoluíram durante milhões de anos, para depois se extinguirem misteriosamente. Os mamíferos, por outro lado, quase sempre mantiveram um tamanho discreto.
As razões para esta diferença ainda estão sendo estudadas, mas uma das teorias sobre o assunto baseia-se principalmente na diferente constituição de seus corpos.
Mamíferos
Os mamíferos, que são animais endotérmicos, não respondem bem ao clima quente e tropical, já que têm dificuldades na hora de liberar o calor que produzem. Este calor é maior, quanto maior eles forem, por isto eles precisam ter um corpo reduzido para manter sob controle esta importante função biológica.
Nos trópicos, os poucos mamíferos que podem ser classificados como realmente grandes preferem sair à noite. Os elefantes, por sua parte, usam suas grandes orelhas para liberar mais calor ao exterior. No mar existem alguns animais gigantes, como a baleia, mas se tratam de exceções fomentadas pela alta oferta de alimentos. Além disto, a água lhes permite dissipar bem as cargas térmicas geradas por seus corpos, assim como sustentar sua enorme massa. Mesmo baleias e elefantes, alguns dos maiores mamíferos, só apareceriam no final da era Cenozóica, quando o clima se esfriou.
Dinossauros
Os dinossauros, em contrapartida, viveram em uma época na qual os ambientes quentes eram habituais. Sem necessidade de ter um metabolismo muito ativo, seu corpo não teve dificuldades em seguir a tendência natural do gigantismo (seres vivos cada vez maiores e complexos).
No início da era Mesozóica, um aumento na quantidade do dióxido de carbono na atmosfera provocou o aquecimento global, criando um ambiente perfeito para os animais exotérmicos. Além disto, a abundância de CO2 fomentou um maior crescimento das plantas, que também aumentaram seu tamanho. A disponibilidade de uma maior quantidade de alimentos e o aumento das temperaturas ajudou os dinossauros a ficarem gigantes.
Apesar de todas estas informações ainda não está claro se os dinossauros eram endotérmicos, como os mamíferos, ou exotérmicos. O que se sabe é que a rápida evolução dos primeiros arcossauros até os grandes répteis atuou como uma força seletiva poderosa na qual foram favorecidos os corações adaptados para responder bem às demandas exigidas pelo gigantismo. Era necessário enviar às células quantidades suficientes de nutrientes e oxigênio. A solução do coração dotado de quatro câmaras seria ideal para a posterior aparição das aves, mas nos dinossauros não fez senão continuar favorecendo o gigantismo.
Quando e como surgiu a camisinha?
Durante séculos, homens e mulheres têm procurado métodos contraceptivos, vários foram testados, mas a maioria se mostrou apenas dolorosa e ineficaz. Na tentativa de evitar uma gravidez indesejada ou doenças sexualmente transmissíveis a humanidade inventou fórmulas tão estranhas quanto gengibre e suco do fumo ou excrementos de crocodilo, que possui pH alcalino, assim como os espermicidas modernos.
O nascimento da camisinha não foi muito mais nobre do que isto. Na Ásia usava-se um envoltório de papel de seda untado com óleo. No Antigo Egito os egípcios já usavam ancestrais de camisinhas não como anticoncepcionais, mas como proteção contra picadas de insetos (durante as caçadas, não no sexo). Elas eram feitas de tecido ou outros materiais porosos pouco eficazes como métodos anticoncepcionais.
Mas, durante a Idade Média, com a disseminação de doenças venéreas na Europa se fazia necessário a invenção de um método mais eficaz. Em 1564, o anatomista e cirurgião Gabrielle Fallopio confeccionou um forro de linho do tamanho do pênis e embebido em ervas. Mais adiante, estes preservativos passaram a ser embebidos em soluções químicas (pretensamente espermicidas) e depois secados.
Foi só no século XVII, que a camisinha ganhou um "toque de classe". O Dr. Quondam, alarmado com o número de filhos ilegítimos do rei Carlos II da Inglaterra (1630-1685), criou um protetor feito com tripa de animais. O ajuste da extremidade aberta era feito com um laço, o que, obviamente, não era muito cômodo, mas o dispositivo fez tanto sucesso que há quem diga que o nome em inglês (condom) seria uma homenagem ao médico. Outros registros indicam que o nome parece vir mesmo do latim "condus" (receptáculo).
A "camisinha-tripa" seguiu sendo usada, até 1839, quando Charles Goodyear descobriu o processo de vulcanização da borracha, fazendo-a flexível a temperatura ambiente. Mas não se anime que a higiene absoluta ainda não nasceu. Nesta época, os preservativos de borracha eram grossos e caros e por isto lavados e reutilizados diversas vezes.
As camisinhas de látex só surgiram em 1880 e daí evoluíram à medida que novos materiais foram desenvolvidos, adicionando novas formas, melhorando a confiabilidade e durabilidade.
O nascimento da camisinha não foi muito mais nobre do que isto. Na Ásia usava-se um envoltório de papel de seda untado com óleo. No Antigo Egito os egípcios já usavam ancestrais de camisinhas não como anticoncepcionais, mas como proteção contra picadas de insetos (durante as caçadas, não no sexo). Elas eram feitas de tecido ou outros materiais porosos pouco eficazes como métodos anticoncepcionais.
Mas, durante a Idade Média, com a disseminação de doenças venéreas na Europa se fazia necessário a invenção de um método mais eficaz. Em 1564, o anatomista e cirurgião Gabrielle Fallopio confeccionou um forro de linho do tamanho do pênis e embebido em ervas. Mais adiante, estes preservativos passaram a ser embebidos em soluções químicas (pretensamente espermicidas) e depois secados.
Foi só no século XVII, que a camisinha ganhou um "toque de classe". O Dr. Quondam, alarmado com o número de filhos ilegítimos do rei Carlos II da Inglaterra (1630-1685), criou um protetor feito com tripa de animais. O ajuste da extremidade aberta era feito com um laço, o que, obviamente, não era muito cômodo, mas o dispositivo fez tanto sucesso que há quem diga que o nome em inglês (condom) seria uma homenagem ao médico. Outros registros indicam que o nome parece vir mesmo do latim "condus" (receptáculo).
A "camisinha-tripa" seguiu sendo usada, até 1839, quando Charles Goodyear descobriu o processo de vulcanização da borracha, fazendo-a flexível a temperatura ambiente. Mas não se anime que a higiene absoluta ainda não nasceu. Nesta época, os preservativos de borracha eram grossos e caros e por isto lavados e reutilizados diversas vezes.
As camisinhas de látex só surgiram em 1880 e daí evoluíram à medida que novos materiais foram desenvolvidos, adicionando novas formas, melhorando a confiabilidade e durabilidade.
Coisas estranhas
As borboletas provam com as patas.
O grito do pato não faz éco. Não se sabe porquê.
Em 10 minutos, um furacão produz mais energia do todas as armas nucleares juntas.
Em média, 100 pessoas morrem todos os anos asfixiadas com uma caneta.
Em geral as pessoas temem mais as aranhas do que a morte.
90 % dos taxistas novaiorquinos são imigrantes récem-chegado s.
35% das pessoas que utilisam agências de encontro já estão casados.
Os elefantes são os únicos animais que não podem saltar.
Só 1 pessoa em cada 2 bilhões vivem até aos 116 anos ou mais.
É possível fazer uma vaca subir escadas, mas é impossível fazê-la descer.
As mulheres piscam os olhos 2 vezes mais do que os homens.
É fisicamente impossível lamber o próprio cotovelo.
A biblioteca pricipal da universidade de Indiana enterra-se todos os anos de 1 polegada. Os arquitetos esqueceram-se de incluir o peso dos livros nos cálculos.
Um caracol pode dormir durante 3 anos.
Os teus olhos têm o mesmo tamanho que tinham quando nasceste, mas as tuas orelhas e o teu nariz não páram de crescer.
A cadeira eléctrica foi inventada por um dentista.
Todos os ursos polares são canhotos.
No egipto, os padres arrancavam todos os pelos do corpo, até as pestanas.
O olho de uma avestruz é maior do que o seu cérebro.
Um crocodilo não pode pôr a língua de fora.
O isqueiro foi inventado antes dos fósforos.
O grito do pato não faz éco. Não se sabe porquê.
Em 10 minutos, um furacão produz mais energia do todas as armas nucleares juntas.
Em média, 100 pessoas morrem todos os anos asfixiadas com uma caneta.
Em geral as pessoas temem mais as aranhas do que a morte.
90 % dos taxistas novaiorquinos são imigrantes récem-chegado s.
35% das pessoas que utilisam agências de encontro já estão casados.
Os elefantes são os únicos animais que não podem saltar.
Só 1 pessoa em cada 2 bilhões vivem até aos 116 anos ou mais.
É possível fazer uma vaca subir escadas, mas é impossível fazê-la descer.
As mulheres piscam os olhos 2 vezes mais do que os homens.
É fisicamente impossível lamber o próprio cotovelo.
A biblioteca pricipal da universidade de Indiana enterra-se todos os anos de 1 polegada. Os arquitetos esqueceram-se de incluir o peso dos livros nos cálculos.
Um caracol pode dormir durante 3 anos.
Os teus olhos têm o mesmo tamanho que tinham quando nasceste, mas as tuas orelhas e o teu nariz não páram de crescer.
A cadeira eléctrica foi inventada por um dentista.
Todos os ursos polares são canhotos.
No egipto, os padres arrancavam todos os pelos do corpo, até as pestanas.
O olho de uma avestruz é maior do que o seu cérebro.
Um crocodilo não pode pôr a língua de fora.
O isqueiro foi inventado antes dos fósforos.
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